Aug 16, 2007 4
Ventos de Sudoeste

És a minha dor predilecta,
De todas a mais discreta,
Que me põe o corpo doente.
Massacras-me o fundo do peito,
Com esse teu malvado jeito
De arder, persistente.
Deixaste-me de vida apagada
Com a alma embriagada
Pelo teu perfume sedutor
Já deixei de ter medo,
Leva contigo o segredo,
A que eu um dia chamei amor.
Poema da minha autoria e quadro de João Barcelos intitulado ”Vento de Sudoeste”


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